Desde de quando minha gente, que pra ser repórter você precisa ser sarada ou ser uma magra quase morrendo?
Pois é, mas isso aconteceu comigo em um teste de câmera que participei para um programa de uma TV Local, não vou citar o nome da TV pois não vale a pena nem a galinha toda.
Estava eu lá morta de arrumada e produzida parecendo gente para fazer o teste, detalhe já era produtora, quando me olham e dizem, você podia emagrecer, daria uma ótima repórter. Olhei nos olhos do caba e disse. meu querido pra ser repórter precisa ser jornalista e não peito e bunda.
Mais na frente consegui trabalhar em outro programa que me deu muita oportunidade, apesar de algumas brincadeiras com o meu acesso de gostosura, não liguei pois o que eu queria havia conseguido e ainda estou batalhando pra conseguir mais e mais.
Muitas meninas que estudam jornalismo, diga-se de passagem super inteligentes, acabam perdendo grandes oportunidades devido não estarem nos padrões que a TV exige, ou seja, serem gordas.
Essa realidade está mudando, desde o boom da moda Plus Size na década de 90 e com o surgimento de estrelas, miss, apresentadoras e jornalistas mais bichonas.
Quer exemplos? La vai.
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| A Repórter Fabíola Gadelha, de Manaus, fechou contrato com a Record depois de ter conquistado o público com seu jeito atrevido durante matérias policiais para o Programa Cidade Alerta. |
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